Pediatras devem investigar depressão pós-parto
A Associação Americana de Pediatria recomenda que os pediatras investiguem depressão pós-parto, segundo o Guidelines for Health Supervision of Infants, Children, and Adolescents, 4ª edição, que pode ser acessado nesse link.
Pediatras devem avaliar depressão pós-parto no 1º, 2º, 4º e 6º mês do pós-parto usando a escala de depressão pós-parto de Edinburgh – link aqui para a escala.
Mulheres com depressão pós-parto sentem-se triste na maior parte do tempo, sentem pouco ou nenhum prazer na vida, têm crises de choro, falta de energia, alteração do sono e apetite e, em casos mais graves, pensamentos de morte.
Além dos prejuízos para as próprias mães, a depressão pós-parto atinge toda a família.
Estresse prolongado afeta o desenvolvimento sócio-emocional das crianças e apresentam risco maior de prejuízo na interação social, atrasos na linguagem e na cognição.
A depressão pós-parto causa prejuízo na maternagem, como:
- Dificulta a ligação entre mãe e filho
- As mães têm mais dificuldade em avaliar o comportamento e o desenvolvimento infantil
- As mães ficam menos sensíveis e mais indiferentes
Por isso é urgente a detecção precoce da doença e os pediatras são os profissionais que estão em maior contato com as mães nesse período.
Esse Blog é apenas de carácter informativo e qualquer conduta médica deve ser feita única e exclusivamente por um médico.
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