acido folico e gestacao

Uso do folato (forma ativa do ácido fólico) na gestação e a redução do risco do autismo

O transtorno do espectro autista é uma doença do neurodesenvolvimento caracterizada por prejuízos na comunicação, atraso do neurodesenvolvimento, alterações comportamentais, podendo ou não apresentar redução do QI (coeficiente de inteligência) causando importante impacto no funcionamento global do indivíduo.

A prevalência tem aumentado nos últimos anos e atualmente está em torno de 20%.

A etiologia é multifatorial e acredita-se que fatores ambientais são gatilhos para o desenvolvimento da doença em pessoas pré-dispostas geneticamente.

Existe uma relação muito bem estabelecida entre o uso de folato (forma ativa do ácido fólico) com a redução do risco de autismo em cerca de 43%.

O folato é uma das vitaminas do complexo B e tem papel na metilação de proteínas, RNA, DNA, participa da síntese de monoaminas e por aí vai.

O recomendado é iniciar o uso do folato de 4 a 8 semanas antes da gravidez e durante todo o período, especialmente, nos primeiros 2 meses de gestação quando se dá início ao desenvolvimento do sistema nervoso central.

parto traumático

A deficiência do folato prejudica a proliferação e migração de células neurais que resultam em anormalidades cerebrais associadas com o transtorno do espectro autista além de defeitos no tubo neural.

A dosagem mínima recomendada é de 400mcg/d.

Esse texto foi feito com base no artigo: Prenatal Folic Acid Supplements and O spring’s Autism Spectrum Disorder: A Meta‐analysis and Meta‐regression.

Esse Blog é apenas de carácter informativo e qualquer conduta médica deve ser feita única e exclusivamente por um médico. 

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Uso de ácido fólico – folato – na redução do risco do autismo

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